O presente construído
Deitado se condenava
Com a mulher criou os filhos
Mas a ela,não amava
Todos os atos
Movidos por comodismo
Para ter um retrato na sala
Deturpado com o tempo perdido
Uma nova vida iria levar
Encontrar um real sentido
Quando em seus braços
Alguém fosse amar
Retornar a juventude
Dar chance
A quem no seu coração
Provocou inquietude
Respirar com as árvores
Ver o sol nascer
E com os passáros cantar
Neste momento partiria
Novos ares respirar
Tentou se levantar
Mas não se movia
Na beira de seu jazigo
Sua viúva estava a chorar
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Luta cotidiana
Olho para meu reflexo
Vejo o movimento
Involuntário e repetitivo
Das minhas pálpebras
Querendo proteger minhas pupilas
Dos raios de luz
Que traz a Estrela do dia
E o pesar que meus músculos sentem
Nesse corpo frágil e limitado
È derrotado
Por esse cotidiano doente
Sacrifico corpo e mente
Vivo de dia como insana
De noite
Me faço contente
As normas me dizem
Para dormir
Mas as pupilas
Dos meus olhos querem fugir
Ir para junto das estrelas
No céu enluarado
Onde há real beleza
Apago a luz, abro a janela
Deixo a luz do mundo entrar
O sono não chega
Então de olhos abertos
Me deixo sonhar
Vejo o movimento
Involuntário e repetitivo
Das minhas pálpebras
Querendo proteger minhas pupilas
Dos raios de luz
Que traz a Estrela do dia
E o pesar que meus músculos sentem
Nesse corpo frágil e limitado
È derrotado
Por esse cotidiano doente
Sacrifico corpo e mente
Vivo de dia como insana
De noite
Me faço contente
As normas me dizem
Para dormir
Mas as pupilas
Dos meus olhos querem fugir
Ir para junto das estrelas
No céu enluarado
Onde há real beleza
Apago a luz, abro a janela
Deixo a luz do mundo entrar
O sono não chega
Então de olhos abertos
Me deixo sonhar
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