segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Luta cotidiana

Olho para meu reflexo
Vejo o movimento
Involuntário e repetitivo
Das minhas pálpebras
Querendo proteger minhas pupilas
Dos raios de luz
Que traz a Estrela do dia

E o pesar que meus músculos sentem
Nesse corpo frágil e limitado
È derrotado
Por esse cotidiano doente

Sacrifico corpo e mente
Vivo de dia como insana
De noite
Me faço contente

As normas me dizem
Para dormir
Mas as pupilas
Dos meus olhos querem fugir
Ir para junto das estrelas
No céu enluarado
Onde há real beleza

Apago a  luz, abro a janela
Deixo a luz do mundo entrar
O sono não chega
Então de olhos abertos
Me deixo sonhar

2 comentários:

Carina Rocha disse...

Ola =)

Vim agradecer a visita e gostei do que li, voltarei de certeza.

Bjnhos de Portugal =)

Palavras e Poemas disse...

Olá Mariana,

Passando para a gradecer a tua visita, sem deixar de apreciar a beleza dos teus versos, o desmanche de tuas palpebras na persistência de sonhar...

Lindo e sensível texto

Obrigado pelo carinho

Bjs

Livinha