Veja você,
Que hoje o dia está cinzento
Pessoas distribuem sorrisos
E eu me entrego ao relento
Não há mais músicas,
Nos meus ouvidos
Só ouço o choro,
Que tenho engolido
Devia te obedecer
Não se dá amor,
Se não é merecido
Você pode estar sorrindo
Se lamentando, agora
Eu não saberia, nunca soube
Éramos nós, porém divididos
Da tua boca não ouvi,
Palavras bonitas para mim
E nos gestos, não se viu
Algo parecido, com o que tenho sentido
Mas o acaso, que uniu,
Veio agora, separar
Trazendo uma prova
De que não podia continuar
Um sentimento que desce
Na garganta, como um veneno
E se aloja no peito
Deixando olhos ardendo
O descaso é pior
Do que um ressentimento
Quando bate o vento no corpo,
Não o tenho
Quem sabe amanhã
O dia esteja ensolarado
A noite enluarada
Mas não estarei na varanda
Fecharei os olhos na cama
E os meus sonhos serão
Tomados pela escuridão
Para que eu não me esqueça,
Que sou solidão.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Vem,meu Bem
Senta aqui
Abre a janela
Quero ouvir o Bem-Te-Vi
Vamos tomar um café
Quem sabe,a gente conversa
Eu não irei te impedir
Você nunca mentiu
Fui eu quem escolhi
Vá e não se despeça
Seus livros continuam
Ao lado do violão
Que não irei mais ouvir
Vai e tira essa angústia
Só não encontre outra moça
Que faça o riso fluir
Traz essa noite
Uma nova canção
Para que entre nós
Não fique a solidão
Abre a janela
Quero ouvir o Bem-Te-Vi
Vamos tomar um café
Quem sabe,a gente conversa
Eu não irei te impedir
Você nunca mentiu
Fui eu quem escolhi
Vá e não se despeça
Seus livros continuam
Ao lado do violão
Que não irei mais ouvir
Vai e tira essa angústia
Só não encontre outra moça
Que faça o riso fluir
Traz essa noite
Uma nova canção
Para que entre nós
Não fique a solidão
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Amigos,clichê e blá blá blá
Nai nfãncia, melhor amiga era minha mãe, e quando ia pra rua brincar, os brinquedos é que eram amigos dos meus amigos, logo assimilei que pessoas eram interesseiras então deveria esnobá-las, e com um pé atrás sustentei minhas amizades até a adolescência.
Porém a partir de 2007, a vida se revelou com outra face e com ela uma sequência de atos desagradáveis, o que me fez aproximar desses falsos colegas de colégio, que agora pareciam bem mais amigáveis.Responder como adulta em algumas situações, também foi tarefa que aprendi nessa época, e seja por esse motivo, pelo elemento que rege meu signo ou a posição do Sol na hora que nasci, meu coração se abriu, e qualquer pessoa que me desse um sorriso sincero já queria como meu amigo.Não consigo odiar ninguém, por mais que você olhe para meu namorado hoje, amanhã estaremos tomando uma cerveja, e se você me deixar a pé na rua, amanhã te darei carona.Levo todos vocês, amigos, poucos, mas que eu amo de verdade, não só no peito, mas nas costas, no bolso, nas minhas preocupações e nas minhas lágrimas.
E não me importo com isso, pois a noite quando choro é pela falta de suas companhias, e quando imagino meu futuro, não é com essa família com qual vivo, e sim com todos que dão alegria ao meu presente.
E com todo direito, venho aqui, reclamar.Sei que o trabalho e estudos, ocupam o pouco tempo de nossas vidas curtas, mas isso não lhes dá o direito de não atenderem as minhas chamadas, brigarem comigo pela hora em que voltamos de alguma "balada", e me deixar a semana inteira sem saber notícia.
Alerto vocês que em qualquer sexta que me ligarem para tomarem uma "breja"os ignorarei.
E você que tenho muito mais que amigo, não se assuste quando eu dizer que te amo.Não espero nada em troca, e se tudo acabar, o que deu origem no início, continuará, a amizade.
Não me faltam poesias,mas nenhuma cabe aqui nesse momento.
Porém a partir de 2007, a vida se revelou com outra face e com ela uma sequência de atos desagradáveis, o que me fez aproximar desses falsos colegas de colégio, que agora pareciam bem mais amigáveis.Responder como adulta em algumas situações, também foi tarefa que aprendi nessa época, e seja por esse motivo, pelo elemento que rege meu signo ou a posição do Sol na hora que nasci, meu coração se abriu, e qualquer pessoa que me desse um sorriso sincero já queria como meu amigo.Não consigo odiar ninguém, por mais que você olhe para meu namorado hoje, amanhã estaremos tomando uma cerveja, e se você me deixar a pé na rua, amanhã te darei carona.Levo todos vocês, amigos, poucos, mas que eu amo de verdade, não só no peito, mas nas costas, no bolso, nas minhas preocupações e nas minhas lágrimas.
E não me importo com isso, pois a noite quando choro é pela falta de suas companhias, e quando imagino meu futuro, não é com essa família com qual vivo, e sim com todos que dão alegria ao meu presente.
E com todo direito, venho aqui, reclamar.Sei que o trabalho e estudos, ocupam o pouco tempo de nossas vidas curtas, mas isso não lhes dá o direito de não atenderem as minhas chamadas, brigarem comigo pela hora em que voltamos de alguma "balada", e me deixar a semana inteira sem saber notícia.
Alerto vocês que em qualquer sexta que me ligarem para tomarem uma "breja"os ignorarei.
E você que tenho muito mais que amigo, não se assuste quando eu dizer que te amo.Não espero nada em troca, e se tudo acabar, o que deu origem no início, continuará, a amizade.
Não me faltam poesias,mas nenhuma cabe aqui nesse momento.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
E agora viverá
O presente construído
Deitado se condenava
Com a mulher criou os filhos
Mas a ela,não amava
Todos os atos
Movidos por comodismo
Para ter um retrato na sala
Deturpado com o tempo perdido
Uma nova vida iria levar
Encontrar um real sentido
Quando em seus braços
Alguém fosse amar
Retornar a juventude
Dar chance
A quem no seu coração
Provocou inquietude
Respirar com as árvores
Ver o sol nascer
E com os passáros cantar
Neste momento partiria
Novos ares respirar
Tentou se levantar
Mas não se movia
Na beira de seu jazigo
Sua viúva estava a chorar
Deitado se condenava
Com a mulher criou os filhos
Mas a ela,não amava
Todos os atos
Movidos por comodismo
Para ter um retrato na sala
Deturpado com o tempo perdido
Uma nova vida iria levar
Encontrar um real sentido
Quando em seus braços
Alguém fosse amar
Retornar a juventude
Dar chance
A quem no seu coração
Provocou inquietude
Respirar com as árvores
Ver o sol nascer
E com os passáros cantar
Neste momento partiria
Novos ares respirar
Tentou se levantar
Mas não se movia
Na beira de seu jazigo
Sua viúva estava a chorar
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Luta cotidiana
Olho para meu reflexo
Vejo o movimento
Involuntário e repetitivo
Das minhas pálpebras
Querendo proteger minhas pupilas
Dos raios de luz
Que traz a Estrela do dia
E o pesar que meus músculos sentem
Nesse corpo frágil e limitado
È derrotado
Por esse cotidiano doente
Sacrifico corpo e mente
Vivo de dia como insana
De noite
Me faço contente
As normas me dizem
Para dormir
Mas as pupilas
Dos meus olhos querem fugir
Ir para junto das estrelas
No céu enluarado
Onde há real beleza
Apago a luz, abro a janela
Deixo a luz do mundo entrar
O sono não chega
Então de olhos abertos
Me deixo sonhar
Vejo o movimento
Involuntário e repetitivo
Das minhas pálpebras
Querendo proteger minhas pupilas
Dos raios de luz
Que traz a Estrela do dia
E o pesar que meus músculos sentem
Nesse corpo frágil e limitado
È derrotado
Por esse cotidiano doente
Sacrifico corpo e mente
Vivo de dia como insana
De noite
Me faço contente
As normas me dizem
Para dormir
Mas as pupilas
Dos meus olhos querem fugir
Ir para junto das estrelas
No céu enluarado
Onde há real beleza
Apago a luz, abro a janela
Deixo a luz do mundo entrar
O sono não chega
Então de olhos abertos
Me deixo sonhar
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Descontentamento
Natureza humana
Criaturas insanas
Na religião eximem
Do amor que não emanam
Suas atitudes vis
Não esconde a alma profana
Hipocrisia não me espanta
Mas não camufla ignorância
Nessa humanidade,vivo
Com certa intolerância
Não sigo o caminho que dito
Minto,para que não se vá a esperança
No pior dos destinos
Posso acabar alienado
Mas amando por instinto
Onde haja bonança
Criaturas insanas
Na religião eximem
Do amor que não emanam
Suas atitudes vis
Não esconde a alma profana
Hipocrisia não me espanta
Mas não camufla ignorância
Nessa humanidade,vivo
Com certa intolerância
Não sigo o caminho que dito
Minto,para que não se vá a esperança
No pior dos destinos
Posso acabar alienado
Mas amando por instinto
Onde haja bonança
domingo, 23 de outubro de 2011
Choro
Meus olhos borrados
condenam,
que tenho chorado
Comigo o medo faz questão
de ser visto acompanhado
Esses dias corridos,
nos deixam desesperados
Mas a tanto tempo
tenho suportado
Acho que gosto mesmo
desse viver sofrido
de sentir o coração acelerado
ao te ver partindo
Porque todo dia
é isso que sinto
como se fosse último
E então, como se fosse instinto
começo a reviver
o que acabou de acontecer
E o ar começa a faltar
por dentro,começo a gritar
acho que queria mesmo me anular,
não por não querer viver,
mas por querer viver,
Em outro lugar.
condenam,
que tenho chorado
Comigo o medo faz questão
de ser visto acompanhado
Esses dias corridos,
nos deixam desesperados
Mas a tanto tempo
tenho suportado
Acho que gosto mesmo
desse viver sofrido
de sentir o coração acelerado
ao te ver partindo
Porque todo dia
é isso que sinto
como se fosse último
E então, como se fosse instinto
começo a reviver
o que acabou de acontecer
E o ar começa a faltar
por dentro,começo a gritar
acho que queria mesmo me anular,
não por não querer viver,
mas por querer viver,
Em outro lugar.
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Mudanças
A casa vazia
a lágrima,
no chão sujo
se perdia
Seu corpo sentia
as paredes frias
de um lar,
que não mais existia
O passado assistia
e nele vivia
um homem com uma família
que não estava lá
Para a realidade
seus olhos se abrira
a escuridão invadia
e teve que se levantar
Andando pela casa
ecos ouvia
eram as vozes de suas filhas,
então pode recomeçar
um homem com uma família
que não estava lá
Para a realidade
seus olhos se abrira
a escuridão invadia
e teve que se levantar
Andando pela casa
ecos ouvia
eram as vozes de suas filhas,
então pode recomeçar
terça-feira, 18 de outubro de 2011
A liberdade é tua
Por onde anda
Tua alma devaneia
Que freneticamente
Por novos ares anceia
Eu tambem ando
A devanear
Porém,só contigo
Sei fantasiar
E eu te deixo
Por outros meios,viajar
E a novas experiências
Se deixar levar
Não quero te prender
Só quero contigo viver
E no teu devaneio
Quero sempre estar
Tua alma devaneia
Que freneticamente
Por novos ares anceia
Eu tambem ando
A devanear
Porém,só contigo
Sei fantasiar
E eu te deixo
Por outros meios,viajar
E a novas experiências
Se deixar levar
Não quero te prender
Só quero contigo viver
E no teu devaneio
Quero sempre estar
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Vazio
O fogo que a seus olhos queimavam
Não aquecia aquele coração
Que a pouco se despedaçava
Diante do buraco que abrira no chão
O grito não saia
As lágrimas trincavam,
um rosto ainda em choque
Da partida de alguem que se amava
Sinceramente sabia
mas não queria acreditar
Naquela madrugada fria
Ninguem com ela para a acalmar
Ignorando as circusntâncias
Queria com ela estar
Quem deu origem a sua vida
Jamais poderia faltar
Mas a emoção,
com a razão devia concordar
E entender que estrelas
Para seu lugar,devem voltar.
Não aquecia aquele coração
Que a pouco se despedaçava
Diante do buraco que abrira no chão
O grito não saia
As lágrimas trincavam,
um rosto ainda em choque
Da partida de alguem que se amava
Sinceramente sabia
mas não queria acreditar
Naquela madrugada fria
Ninguem com ela para a acalmar
Ignorando as circusntâncias
Queria com ela estar
Quem deu origem a sua vida
Jamais poderia faltar
Mas a emoção,
com a razão devia concordar
E entender que estrelas
Para seu lugar,devem voltar.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Ideal
No acomodo do meu coração
achei que não mais poderia
dividir os meus delírios
com alguém que me entenderia
Procurando o refúgio da alma
na noite das perdições
encontrei a quem estava,
no mundo das ilusões
No ritmo do som
o meu corpo balançava
o seu rosto resurgia
me senti embriagada
Ao sentir tua pele
minha perna estremecia
e o arrepio da alma
no corpo refletia
Não temi,não resisti
quis provar da idealização
com sabor de deletério,
e também de satisfação.
achei que não mais poderia
dividir os meus delírios
com alguém que me entenderia
Procurando o refúgio da alma
na noite das perdições
encontrei a quem estava,
no mundo das ilusões
No ritmo do som
o meu corpo balançava
o seu rosto resurgia
me senti embriagada
Ao sentir tua pele
minha perna estremecia
e o arrepio da alma
no corpo refletia
Não temi,não resisti
quis provar da idealização
com sabor de deletério,
e também de satisfação.
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